Estudantes de Pinhais conquistam medalhas de ouro em Olimpíadas Científicas

26 ago, 2022

Alunos do 9º ano do Colégio Estadual Cívico-Militar Semiramis de Barros Braga estão entre os 10 melhores do Brasil; resultado garante vaga em universidades públicas

Aline Pereira Borges e Pedro Maran, dois estudantes de Pinhais, conquistaram medalhas de ouro na Olímpiada Brasileira de Astronomia e Astronáutica e Olimpíada Nacional de Ciências, respectivamente. Alunos do 9º ano do Colégio Estadual Cívico-Militar Semiramis de Barros Braga, no bairro Emiliano Perneta, eles poderão ingressar em universidades públicas que ofertam vagas olímpicas, destinadas a medalhistas destes concursos.
 

As conquistas geraram reconhecimento de toda a comunidade escolar que reúne mais dois grandes motivos de orgulho. Nesta terça-feira (23), a prefeita Rosa Maria realizou uma visita ao colégio, onde foi recebida pelo diretor Ari Langrafe Jr. Na oportunidade, a chefe do executivo municipal falou às turmas dos alunos premiados, em prestígio também aos professores e toda a equipe pedagógica da instituição. O vereador Fabrício Souza também participou da visita.

“É uma alegria muito grande estar aqui visitando vocês. Como prefeita, me sinto extremamente honrada de saber que nosso município hoje conta com um colégio cívico-militar com esse nível de ensino, de qualidade, de construção de valores, de incentivo aos nossos estudantes a serem grandes escritores, grandes artistas, cientistas. A escola, a educação, muda a vida da gente, eu tenho certeza que essa educação hoje, pautada nos valores, na disciplina, colocará vocês em um papel relevante”, declarou a prefeita.
 

O diretor Ari Langrafe Jr, incentivador, reforçou a importância destas conquistas. “Esses alunos ganharam medalha de ouro, também ganharam uma vaga na universidade pública. Então eles começam a se ver na universidade muito cedo, ‘puxa, a universidade não é uma coisa longe, é perto, inclusive meu colega de classe já está lá’, então fiquei muito animado”, orgulha-se.

O medalhista Pedro Maran, que pensa nas carreiras de médico-neurologista ou engenheiro-eletricista, já tem claro o significado desta conquista. “A maioria das pessoas não se interessam porque acha desnecessário, que não vai acarretar em nada no futuro, mas na verdade vai agregar no seu currículo e pode te dar oportunidade, por exemplo, de conseguir vaga olímpica em universidades”, recomenda.

Olimpíadas Científicas

As Olimpíadas Científicas são competições que abrangem temáticas específicas (Matemática, Biologia, Robótica, História, Meio Ambiente, etc), voltadas para estimular a resolução de problemas teóricos e práticos, a realização de experimentos e a promoção de debates relevantes à sociedade. Assim, aprimora a qualidade da educação científica na educação básica, favorecendo a popularização da ciência e a divulgação científica entre jovens estudantes dos ensinos fundamental e médio. De abrangência local, regional, nacional ou internacional, as Olimpíadas estimulam o surgimento de novos talentos nas diversas áreas do conhecimento, principalmente entre estudantes da rede pública de ensino no Brasil.
 

A Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) e a Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG) são eventos abertos à participação de escolas públicas ou privadas, urbanas ou rurais, sem exigência de número mínimo ou máximo de alunos, os quais devem preferencialmente participar voluntariamente. Podem participar da OBA e da MOBFOG alunos do primeiro ano do ensino fundamental até alunos do último ano do ensino médio, sendo que da MOBFOG também podem participar alunos do ensino superior.
 

A Olimpíada Nacional de Ciências (ONC) integra o Programa Ciência na Escola e é uma realização de cinco Sociedades Científicas: a SBF (Sociedade Brasileira de Física) a ABQ (Associação Brasileira de Química) o INSTITUTO BUTANTAN a SOCIEDADE ASTRONÔMICA BRASILEIRA e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); ela resulta de um convite do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) às Sociedades e se destina a estudantes do Ensino Médio e do 6ª a 9º ano do Ensino Fundamental.
 

com informações do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações

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